34.ª Quinzena de Dança de Almada 34th Quinzena de Dança de Almada
Saracoteio — Dança no Ecrã 1 Saracoteio — Screendance 1
Pégaso
Pégaso
|PORTUGAL|Saracoteio — Screendance 1
Do encontro entre uma bailarina e um cavalo nasce um poema. O som e a imagem adensam-se com a aproximação dos corpos humano e animal. Neste espaço entre presença, escuta e atenção, o diálogo entre ambos desdobra-se, onde gesto, ritmo e matéria se entrelaçam. Desse encontro, emerge uma imagem que permanece.
From the encounter between a dancer and a horse, a poem is born. Sound and image become more intense as the human and animal bodies draw closer. In this space between presence, listening and attention, the dialogue between the two unfolds, where gesture, rhythm and matter intertwine. From this encounter, an image emerges that lingers.
Ficha Artística Artistic Credits
Vídeo Promocional Promotional Video
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Saracoteio — Screendance 1
Biografias Biographies
Olga Miranda
Olga Miranda trabalha a partir do corpo, investigando a relação entre movimento e imagem através da fotografia, performance, vídeo, desenho e pintura. Desde 2008, desenvolve uma prática fotográfica expandida para uma investigação com bailarinos e coreógrafos no c.e.m – centro em movimento (Lisboa), onde a documentação acompanha o movimento do corpo e as suas relações.
A sua prática articula escrita, desenho, aguarelas e corpo, num trabalho de criação de cerca de seis anos que culminou na instalação “Hotel Infinito” (2023) e numa intervenção com o público. Integra, desde 2017, o grupo performativo Dança Imaginal, criado pela coreógrafa Maddalena Ugolini.
“Pégaso” (2026) é a sua primeira curta-metragem enquanto realizadora.
Olga Miranda works from the body, investigating the relationship between movement and image through photography, performance, video, drawing, and painting. Since 2008, she has developed an expanded photographic practice for research with dancers and choreographers at c.e.m – centro em movimento (Lisbon), where documentation accompanies the movement of the body and its relationships.
Her practice articulates writing, drawing, watercolors, and the body, in a creative work spanning about six years that culminated in the installation “Hotel Infinito” (2023) and an intervention with the public. Since 2017, she has been a member of the performance group Dança Imaginal, created by choreographer Maddalena Ugolini.
“Pégaso” (2026) is her first short film as a director.
Coline Gras
Coline Gras (Marselha, 1993) é bailarina, coreógrafa e especialista equina. Criou/cocriou as peças de dança “Como se manter vivo?” (2017), “Les soirs d’été” (2018), “Pesta Prata Mundo” (2019), “Le Presque TRI-TRI-TRI Cabaret” (2022) e “Coldek” (2025). Trabalhou para a companhia La Malagua (Lille) e para o c.e.m – centro em movimento (Lisboa).
Ensina a sua prática de dança em diversas estruturas socioculturais e centros hípicos, em contacto com cavalos. Está na origem do festival de artes performativas Dépaysager e da companhia CO (Bordéus).
Como intérprete, educadora de dança e/ou coreógrafa, colabora, entre outros, com Scheherazade Z. Orozco, Alejandro P. Russo, Sofia Neuparth, Margarida Agostinho, Olga Miranda, Clara Garí e Lígia Soares.
Coline Gras (Marseille, 1993) is a dancer, choreographer and equine specialist. She created or co-created the dance pieces “How to Stay Alive?” (2017), “Les soirs d’été” (2018), “Pesta Prata Mundo” (2019), “Le Presque TRI-TRI-TRI Cabaret” (2022) and “Coldek” (2025). She has worked for the La Malagua company (Lille) and for c.e.m – centro em movimento (Lisbon).
She teaches her dance practice in various socio-cultural organisations and equestrian centres, working with horses. She is the founder of the Dépaysager performing arts festival and the CO company (Bordeaux).
As a performer, dance educator and/or choreographer, she collaborates with, amongst others, Scheherazade Z. Orozco, Alejandro P. Russo, Sofia Neuparth, Margarida Agostinho, Olga Miranda, Clara Garí and Lígia Soares.

