10 Oct./out. | 18:00
Venue/Local: Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Experimental

Programme 2/ Programa 2

photo/foto: Yann Bohac

pode ser, Leïla Ka |FR|

Choreography and Performance: Leïla Ka
Music: Schubert – Trio op 100 andante con moto
Lighting Design: Laurent Fallot

“Pode Ser” speaks to us, via a dancer’s enraged body, about everything that we were, the roles we have played, some assigned; and of what we could have been, perhaps… A striking solo on the difficulties of being one’s self, which within the space of a few months has gained international recognition (5 international awards).

Originally coming from urban dance, Leïla Ka quickly oriented herself towards a mix of practices and developed her work from merging genres that go beyond the conventions and codes from which they are composed. After having worked as a performer, most notably for Maguy Marin, she launched into the creation of her first piece “Pode ser”, which has won five international prizes, and has been performed in more than 60 times. Her second piece created in 2020, is the duet, «C’est toi qu’on adore».

Duration: 15’


Coreografia e Interpretação: Leïla Ka
Música: Schubert – Trio op 100 andante con moto
Desenho de luz: Laurent Fallot

“Pode Ser” fala connosco, através do corpo enfurecido de um bailarino, sobre tudo o que fomos, os papéis que desempenhamos, alguns atribuídos; e do que poderíamos ter sido, talvez … Um solo marcante sobre as dificuldades de ser nós mesmos, que em poucos meses ganhou reconhecimento internacional.

Vinda da dança urbana, Leïla Ka rapidamente se orientou para um mix de práticas e desenvolveu o seu trabalho a partir da fusão de géneros que vão além das convenções e códigos de que são compostos. Depois de ter trabalhado como intérprete, principalmente para Maguy Marin, lançou-se à criação de sua primeira peça “Pode ser”, laureada com cinco prémios internacionais, e apresentada mais de 60 vezes. A sua segunda peça, criada em 2020, é o dueto, «C’est toi qu’on adore».

Duração: 15’

photo/foto: André Bong

Adonde, Irène Kalbusch |BE|

Artistic direction and choreography: Irène Kalbusch
Performance: Gold Mayanga, Karolina Kardasz, Anaïs Van Eycken, Nona Munnix
Music: Guy Lefèvre

This piece explores the movement of the bodies, exhausted and vibrating, lured in from afar, yet clinging on to the past. These bodies, torn between the familiar and the unknown, somewhere in between too much and not enough, between hope and the fear of being deluded, deluding others.
Leaving! Finally daring, breaking the cycle of thoughts.

Compagnie Irène K. is a contemporary dance company founded in 1976 in Eupen (Belgium) by its artistic director Irène Kalbusch, focusing on choreographies that are not purely narrative. The human being – its desires, its fears, visions – underlies this work. The company has adopted a unique contemporary dance style close to “Tanztheater”.


Duration: 20’


Direção artística e coreografia: Irène Kalbusch
Interpretação: Gold Mayanga, Karolina Kardasz, Anaïs Van Eycken, Nona Munnix
Música: Guy Lefèvre

Esta peça explora o movimento dos corpos, exaustos e vibrantes, atraídos de longe, e apegados ao passado. Esses corpos, divididos entre o familiar e o desconhecido, em algum lugar entre o demasiodo e o insuficiente, entre a esperança e o medo de ser iludido, iludindo os outros.
Saindo! Enfim ousando, quebrando o ciclo dos pensamentos.

Compagnie Irene K. é uma companhia de dança contemporânea fundada em 1976 em Eupen (Bélgica), pela diretora artística Irene Kalbusch, com foco em coreografias que não são puramente narrativas. O ser humano – seus desejos, seus medos, suas visões – é a base desta obra. A companhia adotou um estilo único de dança contemporânea próximo do “Tanztheater”.


Duração: 20′

photo/foto: Max Larruy

ARARAT, Ester Guntín |ES|

Choreography: Ester Guntín
Performance: Elisabeth Ollé, Héctor Puidomènech
Music: Personal composition based on pre-existent music
Wardrobe: Sol de la Villa – Marta Soldevilla

”Ararat” is an abstract and essential piece based on continuity and on the detail and precision of hands. Inspired by Komitas Vardapet’s introspective journey, a prominent Armenian musician who was silent until his death, this creation evokes the dream state and the distance from reality as the only way of survival. Introspection and confinement are embodied by the performers through the minimalist movements and geometric concepts from this millenary culture

Ester Guntín is a young director, choreographer and writer from Barcelona. After studying Humanities, Aesthetics and Comparative Studies at University Pompeu Fabra she started her BA on Choreography at Institut del Teatre, while working in the Contemporary Art field and dance writing. Her works have been selected for different spaces, festivals and contests such as: FERIA ARCO (Madrid), Estruch Choreographic Contest (Barcelona), ACT Festival (Bilbao), Quinzena de Dança de Almada (Almada, Portugal) and Tetuán District Contest (Madrid).

Vaikonur is a young scenic arts project founded by Ester Guntín alongside different dancers and artists. The company’s creations aim to explore diverse introspective states of the human being and its relation with the world through diverse humanistic references (art, philosophy, literature and cinema). Vaikonur pieces move between dance and image, using movement, space design and dramaturgy as a medium of expression. The company’s works include “Alepo” (2018), “Nachleben” (2018) and “Ararat” (2019), which have been presented at different festivals and contests. In autumn 2020 they will also present “Terra Rhapsod” (2020), a new creation about outer space and nature.


Duration: 12’


Coreografia: Ester Guntín
Interpretação: Elisabeth Ollé, Héctor Puidomènech
Música: composição pessoal sobre música preexistente
Figurinos: Sol de la Villa – Marta Soldevilla

”Ararat” é uma peça abstrata e essencial, baseada na continuidade e no detalhe e precisão das mãos. Inspirada na jornada introspetiva de Komitas Vardapet, um proeminente músico arménio que ficou em silêncio até à morte, esta criação evoca o estado de sonho e a distância da realidade como a única forma de sobrevivência. A introspeção e o confinamento são materializados pelos intérpretes através de movimentos minimalistas e conceitos geométricos daquela cultura milenar.

Ester Guntín é uma jovem diretora, coreógrafa e escritora de Barcelona. Depois de estudar Humanidades, Estética e Estudos Comparados na Universidade Pompeu Fabra, começou o seu bacharelado em Coreografia no Institut del Teatre, enquanto trabalhava na área da Arte Contemporânea e escrita de dança. As suas obras foram selecionadas para diferentes espaços, festivais e concursos, tais como: FERIA ARCO (Madrid), Estruch Choreographic Contest (Barcelona), ACT Festival (Bilbao), Quinzena de Dança de Almada (Almada, Portugal) ou Tetuán District Contest (Madrid).

Vaikonur é um jovem projeto de artes cénicas, fundado por Ester Guntín, com diferentes bailarinos e artistas. As criações da companhia visam explorar diversos estados introspetivos do ser humano e sua relação com o mundo através de diversas referências humanísticas (arte, filosofia, literatura e cinema). As peças de Vaikonur transitam entre a dança e a imagem, utilizando o movimento, o design espacial e a dramaturgia como meio de expressão. As criações da companhia são: “Alepo” (2018), “Nachleben” (2018) e “Ararat” (2019), apresentadas em diversos festivais e concursos. No outono de 2020 também apresentarão “Terra Rhapsod” (2020), uma nova criação sobre o espaço sideral e a natureza.


Duração: 12’

photo/foto: Anna Fàbrega

Meohadim, Jacob Gómez Ruiz |ES|

Choreography: Jacob Gómez
Performance: Blanca Tolsá, Helena Hernáez, Julia Sanz, Lara Misó, Naya Monzón
Music: Sergio Gassmann
Lighting design and wardrobe: Sergi Cerdán

Five women – sisters bring “Meohadim” to life, transmitting their experiences through music, voices and movement. Eyes that watch, that imply, that narrate; whispers and screams that struggle to express the stories that have marked them until today. How do your experiences affect the rest? How do you communicate without speaking? Accelerated and slow movements that oppose each other: velvety soft on one side and rough on the other, an emotional contrast that we all experience on a daily basis. In this rampant song, Blanca, Helena, Julia, Lara and Naya open their souls and make their truths blossom.

Jacob Gómez Ruiz is the choreographer of Meohadim. He graduated in Contemporary Dance in 2013 from the Professional Dance Conservatory of the Institut del Teatre de Barcelona. He joined the Jove Companyia ITDansa under the direction of Catherine Allard. In 2015 he joined the company Theatre Pforzheim (Germany). From 2016 to 2018 he worked at the Theatre Bielefeld as a soloist. In August 2018, he moved to Israel to work for the Kibbutz Contemporary Dance Company. Currently, he works as a freelancer.

Meohadim, based in Barcelona, ​​was founded in 2018. In 2019 it presented its first large format piece, at the finalist gala of the Institut del Teatre Dance Award, receiving the Audience Award. Meohadim has been performed in several theatres in Catalonia, Valencia, Madrid and Portugal. The company comprises of Blanca Tolsá, Helena Hernáez, Julia Sanz, Lara Misó and Naya Monzón, professional dancers with a long national and international trajectory. Sergi Cerdán, set designer and costume designer, graduated in scenography from the Institut del Teatre in Barcelona and the Künst Universität Grazt (Austria). Sergio Gassmann, composer, has a degree in musical composition from FAD, Argentina, and also holds a master’s degree in soundtrack composition from ESMUC. Meohadim was born out of the choreographer’s need to talk about his personal life and his experiences with the five sisters, with whom he shared his entire creative and inner process.


Duration: 15’


Choreografia: Jacob Gómez
Interpretação: Blanca Tolsá, Helena Hernáez, Julia Sanz, Lara Misó, Naya Monzón
Música: Sergio Gassmann
Desenho de Luz e Figurinos: Sergi Cerdán

Cinco mulheres e irmãs dão vida a Meohadim, transmitindo as suas experiências através da música, voz e movimento. Olhos que observam, que insinuam, que narram; sussurros e gritos que lutam para expressar as histórias que os marcaram até hoje. Como é que as suas experiências afetam o resto? Como é que comunicam sem falar? Movimentos acelerados e lentos que se opõem: aveludado macio de um lado e áspero do outro, um contraste emocional que todos vivemos no dia a dia. Nesta canção desenfreada, Blanca, Helena, Julia, Lara e Naya abrem as suas almas e fazem florescer as suas verdades.

Jacob Gómez Ruiz é o coreógrafo de Meohadim. Licenciado em 2013 pelo Conservatório Profissional de Dança do Institut del Teatre de Barcelona na especialidade de Dança Contemporânea. Juntou-se à Jove Companyia ITDansa sob a direção de Catherine Allard. Em 2015 ingressou na companhia Theatre Pforzheim (Alemanha). De 2016 a 2018 trabalhou no Theatre Bielefeld como solista. Em agosto de 2018, mudou-se para Israel para trabalhar na Kibbutz Contemporary Dance Company. Atualmente trabalha como freelancer.

A Meohadim, com sede em Barcelona, ​​nasceu em 2018. Em 2019 apresentou a sua primeira peça de grande formato, na gala finalista do Prémio de Dança do Institut del Teatre, onde recebeu o Prémio do Público. A Meohadim tem sido apresentada em vários teatros da Catalunha, Valência, Madrid e Portugal. A companhia é formada por Blanca Tolsá, Helena Hernáez, Julia Sanz, Lara Misó e Naya Monzón, intérpretes profissionais com longa trajetória nacional e internacional. Sergi Cerdán, cenógrafo e figurinista, formou-se em cenografia pelo Institut del Teatre de Barcelona e pela Künst Universität Grazt (Áustria). Sergio Gassmann, compositor, é formado em composição musical pela FAD, Argentina, e também faz mestrado em composição de trilhas sonoras pela ESMUC. A Meohadim nasceu da necessidade do próprio coreógrafo de falar da sua vida pessoal e das suas experiências com as cinco irmãs, com quem partilhou todo o seu processo criativo e interior.


Duração: 15’

This programme will be streamed on Companhia de Dança de Almada‘s YouTube channel and on the Facebook page of Quinzena de Dança de Almada.

Total duration: +/- 62′
Ages: 6 and above
Price: 6€ | discounts by T.M.J.B.

Information: 212 583 175 | quinzena@cdanca-almada.pt
Tickets and reservations: 212 739 360 | geral@ctalmada.pt


Este programa será transmitido em streaming, no canal de Youtube da Companhia de Dança de Almada e na página de Facebook da Quinzena de Dança de Almada.

Duração total: cerca de 62′
Classificação etária: maiores de 6 anos
Preço: 6€ | descontos praticados pelo T.M.J.B.

Informações: 212 583 175 | quinzena@cdanca-almada.pt
Bilhetes e reservas: 212 739 360 | geral@ctalmada.pt