5 Oct./out. | 21:30
Venue/local: Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Experimental

International Platform for Choreographers/Plataforma Coreográfica Internacional
Programme 2/Programa 2


Woman Before Decision Making
Rima Pipoyan |AM|

Choreography and performance: Rima Pipoyan
Music: Murcof “Una”, “Death and the Maiden”

Sometimes it is really difficult to take a decision, and it is even more difficult, and frequently impossible, when it does a woman. It seems that decision-making can last for ages. Some women are really concise in the process of decision-making, but this does not change the mess in their heads. The mess can last only few seconds but in these seconds women’s thoughts can do incredible things – fly from the past to the future, fly to the Moon or to the other side of the Earth at the same time, they can think about daily problems and eternal issues, they can love and hate, smile and cry, be calm and go crazy simultaneously and at the end it seemed as if nothing happened.

It’s exactly the same with this heroine, but…

Rima Pipoyan graduated as a dancer and completed a bachelor’s and master’s degree at the Yerevan State Institute of Theatre and Cinematography between 1997 and 2012. She has long professional experience as a dancer and choreographer, having danced at the State Theatre and the National Academic Opera of Armenia, and other countries such as Georgia, Russia, Germany, Serbia, Italy and Greece.
Since 2009 she has choreographed for different theatre and television projects. She has received several prizes and scholarships. Among others, she was a finalist at Solo Dance International Festival-Contest, Stuttgart and received 1st prize of the Global Fest International Dance festival-contest in 2018, was awarded 3rd prize at the Choreographic Miniature Contest, in Serbia in 2017, and was a finalist at Context Diana Vishneva in Moscow in 2016.


Coreografia e interpretação: Rima Pipoyan
Música: Murcof “Una”, “Death and the Maiden”

Por vezes é extremamente difícil tomar uma decisão e é ainda mais difícil, ou mesmo impossível, quando quem tem de tomar essa decisão é uma mulher. Parece que a tomada de decisão pode demorar uma eternidade. Algumas mulheres são extremamente concisas no processo de tomada de decisão, mas tal não muda a confusão que lhes vai na cabeça. A confusão pode demorar apenas alguns segundos, mas durante estes segundos, os pensamentos das mulheres conseguem realizar coisas incríveis como voar do passado para o futuro, ir até à lua ou ao outro lado da terra, conseguem pensar sobre problemas do dia a dia e questões eternas, conseguem amar e odiar, sorrir e chorar, estar calmas e enlouquecer ao mesmo tempo e, no final, é como se nada tivesse acontecido.

É exatamente o que se passa com esta heroína, mas…

Rima Pipoyan formou-se como bailarina e concluiu bacharelato e mestrado no Yerevan State Institute of Theatre and Cinematography entre 1997 e 2012. Tem longa experiência profissional como bailarina e coreógrafa, tendo dançado no State Theatre e na National Academic Opera da Arménia, e também em outros países como Georgia, Rússia, Alemanha, Sérvia, Itália, Grécia
Desde 2009 tem coreografado para diferentes projetos de teatro e televisão. Recebeu vários prémios e bolsas. Entre outros, foi finalista do “Solo Dance International Festival-Contest” de Estugarda e recebeu o 1º prémio do “Global Fest International Dance” em 2018, o 3º prémio no “Choreographic Miniature Contest”, na Servia, em 2017, e foi finalista do “Context Diana Vishneva” em Moscovo, em 2016.


@foto Paolo Porto

This Is Not A White Woman
Compagnie Ma’ |FR|

Choreography and performance: Marion Alzieu
Music: Michael Avron
Lights and sound: Jeremy Vanoost

We are given an identity in spite of ourselves, from birth, and gradually it becomes ours. We become “I” to craft this identity, reshape it, destroy it, or simply to accept it. But do we have the power to choose, really? Does thought and the identity change us? Torture us? Can we be without them even just for a moment? If we go back to nature, to the essence of things, we are mere flesh and muscles… and then who do we depend upon?

Through this solo, I will study ways to exorcise this identity, to blend into something else. The aim of this solo is to dance something that happens beyond thoughts. I wouldn’t wish you to give me a name and to label me. Try to speak about myself through the absence of something.

How to be what attracts us, in order to disappear? Am I entirely what I dance, or am I not, or should I be, since it is my body that is there?

It’s to transform ideas, in an urgency to plunge into the struggle. Without being afraid of the unknown, the unqualified or the undefined.

Company Ma’ is a project that focuses on the trial and development of a contemporary dance gestural style, altogether physical, dynamic, elegant, subtle and creative.
Drawing from my experiences as a performer, from my dancing travels in Africa, in Israel and in Europe, and from the world of contemporary dance in general, I refine my ideas and the questions that punctuate my path as a dancer, creating a fantasy world on stage.
I prefer physical rather than theatrical dances. Pure movement is at the root of my research. In each movement, I want to find my own signature and the way to achieve it, to get to an original and personal universe.
Musical creation, which I always want to be original, is for me a strong connection to dance and acts as a support.
I do not try to fit into a category or the definition of a style. Quite the opposite. My strong connection to Africa, the dance and life experiences that I acquired there, my knowledge of hip-hop (which I practised for 6 years), my interest in yoga and my early training in contemporary, modern dance and ballet, are all ingredients for me to experiment with, to readjust and re-imagine my dance every time.
Continually taking interest in what’s unknown to me, I seek to direct these discoveries towards my world and my personality. To transform ideas, to distort knowledge and prejudices, and above all to play with my dance.
Confrontation and dialogue of genres and styles will refine this quest for my signature within the movement.
I want to bring this research and creations on stage, simply to meet an audience, with whom to communicate. Meetings and exchanges will feed my project and will drive it to flourish and to keep evolving.

Born in France in 1987, a very young Marion Alzieu becomes passionate about dance in any form and shape. She begins with hip-hop and ballet, then studies modern dance at the Centre James Carlès in Toulouse.
Later, she discovers contemporary dance thanks to workshops with Peter Mika, Olga Cobos and Luc Jacobs.
From 2008 to 2010, she undertakes the Coline professional qualification in Istres, where she meets several guest choreographers and dances the repertoires of Emanuel Gat, Lisi Esteras, Shlomi Tuizer and Salia Sanou…
Having achieved this qualification, she works as trainee in Emanuel Gat’s company.
Then she joins Jasmin Vardimon Company in London, and works at the Royal Opera House, until 2011.
Back in France, Marion works with several choreographers as Salia Sanou, Hervé Chaussard, Amala Dianor, Hafiz Dahou. From 2014 until today, she works with Serge Aimé Coulibaly (Cie Faso Danse Theatre).
In 2014, she creates Compagnie Ma’ in the same time as the solo “This is not a white woman” which won several prizes in European contests (Poland, Italy, France, Spain, Belgium).
In 2017, Marion finish the duet “W”, with the musician Michael Avron.


Coreografia e interpretação: Marion Alzieu
Música: Michael Avron Luzes e som: Jeremy Vanoost

Sem fazermos nada, é-nos dada uma identidade quando nascemos e gradualmente ela torna-se nossa. Tornamo-nos o “Eu” para moldar esta identidade, dar-lhe outra forma, destrui-la ou simplesmente aceitá-la. Mas teremos realmente o poder de decidir? O pensamento e a identidade mudam-nos? Torturam-nos? Podemos passar sem eles, mesmo que apenas durante alguns momentos? Se regressarmos à natureza, à essência das coisas, somos apenas carne e músculo… e, então, dependemos de quem?

Através deste solo, irei estudar as formas através das quais exorcizamos esta identidade para nos tornarmos outra coisa. O objetivo deste solo é dançar algo que ocorre além dos pensamentos. Não quero que me deem um nome nem me coloquem um rótulo. Tentem falar de mim através da ausência de algo.

Como ser aquilo que nos atrai para desaparecermos? Sou totalmente aquilo que danço, ou não? Ou deveria sê-lo, já que é o meu corpo que ali está?

O intuito é transformar ideias numa urgência de me atirar à luta. Sem ter medo do desconhecido, do inqualificado ou indefinido.

Company Ma’ é um projeto que se foca na experimentação e desenvolvimento de um estilo gestual de dança contemporânea, totalmente físico, dinâmico, elegante, subtil e criativo.
Inspirada nas minhas experiências enquanto intérprete, nas minhas viagens enquanto bailarina em África, em Israel e na Europa e no mundo da dança contemporânea em geral, aprimoro as minhas ideias e as questões que surgem no meu caminho enquanto bailarina, criando um mundo de fantasia no palco.
Prefiro a dança física à dança teatral. O movimento puro está na raiz da minha investigação. Em cada movimento, quero encontrar a minha assinatura e a forma de a alcançar, chegar a um universo original e pessoal.
A criação musical, que quero que seja sempre original, é para mim uma forte ligação à dança e funciona como apoio.
Não tento enquadrar-me numa categoria ou num estilo. Bem pelo contrário. A minha forte ligação a África, as experiências de dança e de vida que adquiri, os meus conhecimentos de hip-hop (que pratiquei durante 6 anos), o meu interesse no yoga e a minha formação precoce em dança contemporânea, moderna e ballet são tudo elementos para eu experimentar, reajustar e re-imaginar a minha dança de todas as vezes.
Estou constantemente interessada no que me é desconhecido, procuro encaminhar estas descobertas para o meu mundo e a minha personalidade. Para transformar ideias, distorcer o conhecimento e os preconceitos e, acima de tudo, brincar com a minha dança.
O confronto e o diálogo entre géneros e estilos irá aperfeiçoar esta busca pela minha assinatura dentro do movimento.
Quero transportar esta investigação e criações para o palco, simplesmente para encontrar uma audiência com quem comunicar. Os encontros e as trocas alimentam o meu projeto e impulsionam o meu crescimento e evolução.

Nascida em França em 1987, ainda muito jovem Marion Alzieu apaixona-se pela dança em qualquer forma ou tipo. Começa com hip-hop e ballet, estudando depois dança moderna no Centre James Carlès em Toulouse. Mais tarde descobre a dança contemporânea graças a workshops com Peter Mika, Olga Cobos e Luc Jacobs.
Entre 2008 e 2010, realiza a qualificação profissional Coline em Istres, onde conhece vários coreógrafos convidados e dança os repertórios de Emanuel Gat, Lisi Esteras, Shlomi Tuizer e Salia Sanou. Depois de obter estas qualificações, trabalha como estagiária na companhia de Emanuel Gat. Em seguida, integra a Jasmin Vardimon Company em Londres e trabalha como a Royal Opera House até 2011. De regresso a França, Marion trabalha com vários coreógrafos como Salia Sanou, Hervé Chaussard, Amala Dianor, Hafiz Dahou. Desde 2014 até ao presente, trabalha com Serge Aimé Coulibaly (Cie Faso Danse Theatre).
Em 2014, cria a Compagnie Ma’ ao mesmo tempo que o solo “This is not a white woman”, que ganhou vários prémios em concursos europeus (Polónia, Itália, França, Espanha, Bélgica).
Em 2017, Marion terminou o dueto “W” com o músico Michael Avron.


@foto Manuele Cinelli

Company Poetic Punkers |IT/FR|

Choreography: Natalia Vallebona
Performance: Marianna Moccia
Music: Patrick Belmont
Sound design: Patrick Belmont

A smile that shakes the inside. You can see a woman, another woman, any woman or maybe a man. Then a memory, a hope and a beast that I can hardly tame. Occasionally some rare trace of poetry set in a genre that drools its place.

Miss XX shows the internal side through a very concrete body, which leads to the extreme. The constant work of production leads to a gradual depletion of the ego, a way to arrive in a fragility condition. This will be the moment where MissXX takes off her mask and people look at her just like a woman. MissXX shows this internal emotional state during different “normal situations” of common life. The research about MissXX is about translating into movement an internal perception. The dance tries to transpose a state of mind that in the real life, for a common convention, we can’t expose. This exposition of the performer tries to connect with the audience in a visceral way. On one side MissXX can be seen as an object of “evocative production”, on the other side she goes throw a path of a woman lost in the maze of something, to approach a bit more to herself.

Natalia Vallebona was born in Genoa, Italy. Here she started to practice breakdance (Emilio -Battle Squad), ballet and modern dance (Kaleido Danse Studio). In 2005 she moved to Paris, where she continued her breakdance practice with Crew C2P and at the same time she collaborated with choreographer Thierry Verger (2006-2009). In 2008 she began to study the contemporary Belgian current (Ballet C de la B, Sidi Larbi Cherkaoui, Ultima Vez, David Zambrano, Les Slovaks…). In 2010-2011 she returned to Genoa where she began her search between breakdance and contemporary dance, especially from the point of view of the transformation of pushing into spirals, especially in the Floorwork Practice. In 2012 she moved to Amsterdam to collaborate with Gabriella Maiorino in the creation Supernova. Gabriella Maiorino was a precious guide regarding the performance act and the relationship between the performer and the audience. In 2013 she moved to Brussels where she founded the Collective Poetic Punkers, a research group on the virtuosity of the movement set up for the construction of a stage character, and a dramaturgical content: First Pilot Project – Beatrice – Co-production/ Residence in Volksroom and Atelier de l’Argonne, Brussels. At the same time, she collaborated as interpreter in different projects and creations like: Dansand Festival with Quan Bui Knoc, Off Festival with Lisi Estaras and Nicolas Vadjislav; Let’s Dance with Koen Augustjinen; Cie Trance-en-danse project Nos Terras… In 2014 she obtained a creative residence in Parts, the school of Anne Therese de Keersmaeker, where she started to create the Concept of “After Party”. In 2015 she became an artist associated at the ” Sign Six Workspace” (now Artist in Common), where she continued her artistic practice in creation, experimentation and teaching: Second Pilot Project: Rdv Tomorrow (the first experimentation on the relationship dynamics within a group). In the same year she got from CND Paris Pantin a co-production for the piece After Party. In 2016 she met Michela Lucenti and she started to collaborate with her company Balletto Civile (Italy). In 2017 she has a co-production from Art Garage (Naples) for her Third Pilot Project: “The Tourist of Sentiment”, a biennal project including: Où les fleures fanent (Prize “Giovani Realtà del Teatro 2017”) In the same year, the association “Les Choses qui Font Boom” (Paris) began to support her works. Since 2011 Natalia is teaching Floorwork and contemporary dance in Belgium, Holland, France and Italy.


Coreografia: Natalia Vallebona
Interpretação: Marianna Moccia
Música: Patrick Belmont
Design de som: Patrick Belmont

Um sorriso que treme nos lábios, podemos ver uma mulher, outra mulher, qualquer mulher ou talvez um homem. Segue-se uma memória, uma esperança e uma fera que é quase impossível de domar. Ocasionalmente, um raro vestígio de poesia enquadrado num género que extravasa o seu lugar. Natalia Vallebona

Miss XX mostra o seu interior através de um corpo muito concreto, que leva ao extremo. O trabalho constante de produção conduz a uma diminuição gradual do ego, uma forma de chegar a um estado de fragilidade. Este será o momento em que MissXX tira a sua máscara e as pessoas olham para ela como uma simples mulher. MissXX mostra o estado de emoções interiores durante diferentes “situações normais” da vida comum. A investigação sobre a MissXX é sobre a tradução de uma perceção interna em movimento. A dança tenta transpor um estado mental que na vida real não podemos expor por força das convenções. Com esta exposição, o intérprete tenta chegar à audiência de forma visceral. Por um lado, MissXX pode ser vista como um objeto de “produção evocativa”, por outro lado realiza o percurso de uma mulher perdida num labirinto para se aproximar um pouco mais de si própria.

Natalia Vallebona nasceu em Génova, Itália. Foi aqui que começou a praticar breakdance (Emilio -Battle Squad), ballet e dança moderna (Kaleido Danse Studio). Em 2005, mudou-se para Paris, onde continuou a dançar breakdance com o Crew C2P e, ao mesmo tempo, começou a sua colaboração com o coreógrafo Thierry Verger (2006-2009). Em 2008, começou a seguir e a estudar a corrente contemporânea belga (Ballet C de la B, Sidi Larbi Cherkaoui, Ultima Vez, David Zambrano, Les Slovaks…). Em 2010-2011, regressou a Génova onde começou a sua procura entre breakdance e dança contemporânea, especialmente do ponto de vista da transformação das espirais, designadamente na prática de floorwork. Em 2012, mudou-se para Amesterdão para colaborar com Gabriella Maiorino na criação Supernova. Gabriella Maiorino foi uma guia preciosa a nível de performance e da relação entre o intérprete e a audiência. Em 2013, mudou-se para Bruxelas onde fundou o “Collective Poetic Punkers”, um grupo de investigação sobre o virtuosismo do movimento configurado para a construção de uma personagem em palco e de um conteúdo dramatúrgico: Primeiro projeto-piloto – Beatrice – Coprodução/Residência em Volksroom e Atelier de l’Argonne, Bruxelas. Ao mesmo tempo, colaborou como intérprete em diferentes projetos e criações, tais como: Dansand Festival com Quan Bui knoc, Off festival com Lisi Estaras e Nicolas Vadjislav; Let’s Dance com Koen Augustjinen; Cie Trance-en-danse. Em 2014, obteve uma residência criativa em Parts, a escola de Anne Terese de Keesmakers. Em 2015, tornou-se artista associada de Sign Six Workspace (agora Artist in Common), onde continuou a sua prática artística na criação, experimentação e ensino: Segundo projeto-piloto. No mesmo ano, realizou com CND Paris Pantin uma coprodução para a peça After Party. Em 2016, conhece Michela Lucenti, começando a colaborar com a Company Balletto Civile (Itália). Em 2017, realiza uma coprodução com Art Garage (Nápoles) para o seu terceiro projeto-piloto: The Tourist of Sentiment, um projeto bienal, incluindo: Où les fleures fanent (prémio Giovani Realtà del Teatro 2017). No mesmo ano, o seu trabalho começou a ser apoiado pela associação Les Choses qui Font Boom (Paris). Desde 2011, Natalia ensina floorwork e dança contemporânea na Bélgica, Holanda, França e Itália.




@foto Héctor Lara

Entre Penas Y Botellas
Danza Visual |MX|

Choreography: Patricia Marín and Leonardo Beltrán
Performance: Leonardo Beltrán, Patricia Marín, Rogelio Marín
Music: Mexican folk music

Between Sorrow and Drinking is a Mexican folk portrait that dives into the tradition, vision and interaction of national conceptual constructions within the conjugation of dance, theatre and live music. A review of the Mexican idiosyncrasy: the machismo, the reaction to death, the charm and human warmth that characterize the Mexican people. A tragicomedy representative of the national black and sour humour in moments of tort, penury and/or sorrow.

Under the direction of Patricia Marín and Leonardo Beltrán, Visual Dance is a creational device created in 2009 and based in Mexico City. Conjugation of multidimensional escape possibilities able to trace paths of trans-disciplinary creation. A machine to make people see and to make people speak.
We understand the scene as a syntactic enunciation of delirious multiplicities. Interconnections that involve an entire agency, circuits, conjunctions, levels and thresholds, steps and distributions of intensity, territories, deterritorialization and reterritorialization, neo_production of the real as an intensive magnitude from the immanent.

Co-director of Danza Visual, Patricia Marín is a Mexican dancer, choreographer and visual artist. She had worked in Mexico with A Poc A Poc Danza Contemporánea, Centro de Producción de Danza Contemporánea, Créssida, DJS, Universidad Autónoma de Querétaro, Instituto Superior de Artes Escénicas, Tumàka’t; also with Ai Do Project (Spain), Götemborg Opera (Sweden), Luna Negra Dance Theatre (USA), Danza en Cruz (Chile), Compañía Nacional de Danza del Ecuador (Ecuador). She won the National Dance Award for Best Female Performance 2016 (Mexico). Her work has been shown in the principal theatres in México as well as it has in several international festivals in Argentina, Ecuador, South Korea, Spain and Cuba.


Coreografia: Patricia Marín e Leonardo Beltrán
Interpretação: Leonardo Beltrán, Patricia Marín, Rogelio Marín
Música: Música popular mexicana

Entre a mágoa e o álcool é delineado um retrato popular mexicano que mergulha na tradição, visão e interação de construções conceptuais nacionais no âmbito da conjugação da dança, teatro e música ao vivo. Uma análise de idiossincrasias mexicanas: o machismo, a reação perante a morte, o charme e o calor humano que caracterizam os mexicanos. Uma representação em formato de tragicomédia do humor nacional negro e cáustico em momentos de injustiça, penúria e/ou mágoa.

Sob a direção de Patricia Marín e Leonardo Beltrán, Visual Dance é um dispositivo criativo fundado em 2009 e baseado na Cidade do México. A conjugação de possibilidades de fuga multidimensional capazes de construir caminhos de criação transdisciplinar. Uma máquina para obrigar as pessoas a ver e a falar.
Entendemos a cena como uma enunciação sintática de multiplicidades delirantes. Interligações que envolvem um organismo completo, circuitos, conjunções, níveis e limiares, patamares e distribuições de intensidade, territórios, desterritorialização e reterritorialização, neoprodução da realidade como magnitude intensa daquilo que é imanente.

Codiretora da Danza Visual, Patricia Marín é uma bailarina, coreógrafa e artista plástica mexicana. No México, trabalhou com A Poc A Poc Danza Contemporánea, Centro de Producción de Danza Contemporánea, Créssida, DJS, Universidad Autónoma de Querétaro, Instituto Superior de Artes Escénicas, Tumàka’t e, internacionalmente, com Ai Do Project (Espanha), Götemborg Opera (Suécia), Luna Negra Dance Theatre (EUA), Danza en Cruz (Chile), Compañía Nacional de Danza del Ecuador (Equador). Ganhou o Prémio de Dança Nacional pela Melhor Interpretação Feminina 2016 (México). O seu trabalho tem sido mostrado nos principais teatros do México, bem como em diversos festivais internacionais na Argentina, Equador, Coreia do Sul, Espanha e Cuba.


@foto Luis Alberto Prieto

Colectivo Glovo |ES/PT|

Choreography and performance: Esther Latorre e Hugo Pereira
Music: Armand Amar e Sydney Bechet

The Coletivo Glovo was formed in 2016 as a need for expression for both its founders, Esther Latorre and Hugo Pereira. With its home in Valencia, (Spain), despite its youth, Coletivo Glovo has already been invited to national and international festivals, a highlight being its participation in the CAMP_iN festival in Mexico and the international street theatre festival MIM, Valencia, amongst others. Currently, they are in the process of a new small format creation and performing their piece “M A P A”.

Esther Latorre Fernández (Galicia, Spain). Started her training developing a passion for dance and movement at a young age. In 2003 she immersed herself in the world of classical dance, which has lead her into a future of exploring new areas of the performing arts.
She specialized and graduated in contemporary dance at the Conservatório Profissional de Dança de Lugo (Galicia), forming part of what will be the first promotion of contemporary dance professionals in Galicia, also receiving a degree in Physical Education in the same city.
Since then, she has worked in companies such as Jove Companyia of Dansa Gerard Collins, (Valencia), Moudansa, (Valencia), Companhia de Dança do Norte, (Portugal) … and companhia Maduixa Teatre, of which she is currently part, recently awarded the Max Prize for “Best Street Show ” and “Best Musical Composition” by MULÏER.
In 2016 she formed Coletivo Glovo, along with dancer Hugo Pereira, creating the piece “MAPA”, which received an award at the festival internacional de solos e duos Sólodos en Danza 2016 and selected for the festival Camp_IN Encuentro Escénico de San Luís de Potosí, Mexico, and the MIM international festival, (Valencia).

Hugo Pires Pereira (Portugal). Born in Porto, he began his training in Conservatório de Dança de Aveiro (Portugal), from which he graduated in 2015. He undertook various contemporary dance training courses with masters such as Akram Khan Dance Company, Sagi Gross, (GrossDanceCompany, Netherlands), Shirley Esseboom (Netherlands), Víctor Hugo Pontes, (Own name, Portugal), Bruno Alexandre, (Portugal), Carmela García (Otradanza, Spain), Julia Weh, (Germany), Romulus Neagu, (Portugal)…
He was part of Companhia de Dança do Norte’s 2015-2016 production, “Barulhos nos”, and participated in several national and international creative festivals.
He is currently immersed in the Glovo project in which, together with Esther Latorre, he is developing his work as creator and performer. It is worth mentioning the recent award he received for the piece ‘MAPA’ at the festival de solos e duos Sólodos en Danza 2016, with which it was also selected to be part of the Camp_IN Encuentro Escénico de San Luis de Potosí, Mexico and MIM International Festival, (Valencia), among others.


Coreografia e interpretação: Esther Latorre e Hugo Pereira
Música: Armand Amar e Sydney Bechet

O Coletivo Glovo nasce em 2016 como uma necessidade de expressão de ambos fundadores, Esther Latorre e Hugo Pereira. Com sede em Valencia (Espanha), e apesar da sua juventude, o Colectivo Glovo já foi convidado para festivais nacionais e internacionais, destacando a sua participação no festival CAMP_iN, no México, ou no festival internacional de teatro de rua MIM, Valencia, entre outros. Atualmente, encontram-se no processo criativo duma nova criação de pequeno formato, e interpretando a sua peça “M A P A”.

Esther Latorre Fernández (Galicia, Espanha). Desde tenra idade começa a sua formação e paixão pela dança e o movimento. Em 2003 submerge-se no mundo da dança clássica, o que a levará num futuro a explorar novos âmbitos das artes cénicas.
Galega de nacimento, completa a sua carreira especializando-se e graduando-se em dança contemporânea no Conservatório Profissional de dança de Lugo (Galícia), formando parte da que será a primeira promoção de profissionais em dança contemporânea de Galícia, diplomando-se também em Magistério de Educação Física na mesma cidade.
Desde então, trabalhou em companhias como Jove Companyia de Dansa Gerard Collins (Valencia), Moudansa (Valencia), Companhia de Dança do Norte (Portugal)… ou companhia Maduixa Teatre, da qual forma parte atualmente, galardoada recentemente com o Premio Max a Mejor espectáculo de calle y Mejor composición musical por MULÏER.
Em 2016 forma o Coletivo Glovo, junto ao também bailarino Hugo Pereira, criando a peça “M A P A”, premiada no festival internacional de solos e duos Sólodos en Danza 2016 e selecionada para o festival Camp_IN Encuentro Escénico de San Luís de Potosí, México, ou do festival internacional MIM (Valencia).

Hugo Pires Pereira (Portugal). Natural do Porto, começa a sua formação no Conservatório de Dança de Aveiro (Portugal), onde se graduará em 2015. Recebe diversas formações em dança contemporânea com mestres como: Akram Khan Dance Company, Sagi Gross (GrossDanceCompany, Nederlands), Shirley Esseboom (Nederlands), Víctor Hugo Pontes (Nome Proprio, Portugal), Bruno Alexandre (Portugal), Carmela García (Otradanza, Espanha), Julia Weh (Alemanha), Romulus Neagu (Portugal)…
Formou parte da Companhia de Dança do Norte na produção de 2015-2016 “Barulhos nossos”, e participou em diversos festivais nacionais e internacionais de criação.
Atualmente está imerso no projeto Glovo no qual, junto a Esther Latorre, desenvolve seu trabalho de criador e intérprete. Destaca-se o recente galardão no festival de solos e duos Sólodos en Danza 2016, com a peça “M A P A”, também selecionada para formar parte do festival Camp_IN Encuentro Escénico de San Luís de Potosí, México, ou do festival internacional MIM (Valencia), entre outros.

Duration: 87 mins
For ages 12 years and above
6€, 4,2€ for youth and senior citizens


Duração: 87’
Maiores de 12 anos
6€, 4,2€ para jovens e séniores