4 Oct./out. | 21:30
Venue/local: Teatro Municipal Joaquim Benite – Sala Experimental

International Platform for Choreographers/Plataforma Coreográfica Internacional
Programme 1/Programa 1


Omaggio Performing Company |IN|

Choreography: Tino Sanchez
Performance: Anandee Ghorpade, Apurva Lamba, Avani Rastogi, Dominic Menezes, Ishita Raina, Ravindran Dakshinamurthy, Subramanian T.K.
Music: Daniele Corsi, Iván Caramés Bohigas, Owen Belton
Costumes: Tania Fadte
Set design, light design: Tino Sanchez

How fast are we going? And how fast do we want to go? somehow, we are all in this speed force of technology in communication. With a million reasons to think that everything is good as well as another million reasons to think otherwise. The end of this tale only time will tell. We however are all living on such a fast track it’s difficult to realize what is happening. We could be trapped in our own castle. A castle built by us with the help of imaginary friends living imaginary lives, consumed by the need for recognition. Holding onto powerful opinions on all topics, fixing the problems of the world with comments and unconsciously watching life going by through a window without having the need or courage to get wet under the rain.

The word “jalika” is a Sanskrit term meaning a veil, a web , a net and it symbolises the very essence of our piece.

Omaggio was born in 2013 with the idea of giving an opportunity to young people of India, who had a true inclination for the performing arts. Giving them the knowledge and tools necessary to fulfil their dreams of becoming high level International artists. For this, Peeya Rai Choudhuri and Tino Sanchez, created a training program mixing the discipline of Western artistic work along with the philosophy and spirituality of this great country, Classical Indian Dance, Yoga, Meditation, etc.
Now, in a certain way we have become a collective community where all contribute through their work towards the company and ultimately towards their own training . The members of the company have already achieved, a professional level . And continue to train and improve day by day, sharing with other young people the values they have learned.
These five years have been tough, but extremely enriching. We have been able to train artists from different parts of India with a dedication, discipline and vocation worthy of international arena.

A 1992 Graduate from The Urdang Academy of Ballet and Performing Arts, Tino Sanchez has continued to build his career through experiences of a variety of practices. Starting off on London West End stages as a performer for 10 years in productions like; Miss Saigon, West Side story, Fame, Oh! What a night, Hey Mr. Producer, etc, all the way to create a Multidisciplinary Performing Company in India 15 years later. Always in search of originality and evolutionary situations. No matter small or big projects his mentality has always been the search of uniqueness and the ultimate fulfilment on completion. It’s that thought process which got him involved in the creation of productions like, HNMPL
Musical in Spain and Mexico, Quisiera Ser the Musical, Don Juan a Sangre y Fuego the Musical, Spain and Contemporary Works like; “Sacati”, Resat (Spain) “Creaseless”, Lyceum (London) “Jalika”, NCPA (Mumbai), Oddbird Theater (Delhi).
After many years traveling through his work he decided to remain in India to create Omaggio Performing Company, a multidisciplinary Contemporary Dance Company. Omaggio has been his passion for the last 5 years. Initially training a group of dedicated youngsters and now directing and carving these artists to achieve their dreams and become world class dancers performing thought provoking contemporary works from Omaggio.


Coreografia: Tino Sanchez
Interpretação: Anandee Ghorpade, Apurva Lamba, Avani Rastogi, Dominic Menezes, Ishita Raina, Ravindran Dakshinamurthy, Subramanian T.K.
Música: Daniele Corsi, Iván Caramés Bohigas, Owen Belton
Figurinos: Tania Fadte
Cenografia e desenho de luz: Tino Sanchez

A que ritmo vivemos a nossa vida? E a que ritmo queremos vivê-la? De uma maneira ou outra estamos todos envolvidos nesta tecnologia de comunicação a alta velocidade. Com um milhar de razões para pensar que tudo é bom e outro milhar para pensar o contrário. Apenas o tempo ditará o final desta história. Contudo, vivemos a um ritmo tão acelerado que nos é dificil compreender o que está a acontecer. Podemos estar presos no nosso próprio castelo. Um castelo que construímos com a ajuda de amigos imaginários a viver vidas imaginárias, consumidos pela necessidade de reconhecimento. Com fortes opiniões sobre todos os temas, a resolver os problemas do mundo com comentários e, inconscientemente, a ver a vida a passar por uma janela sem sentir a necessidade ou ter a coragem de andar à chuva e molharmo-nos.

A palavra “jalika” é um termo sânscrito que significa véu, tela, rede e simboliza a verdadeira essência da nossa peça.

Omaggio surgiu em 2013 com o objetivo de dar a oportunidade a jovens indianos com uma inclinação genuína pelas artes performativas. Dando-lhes os conhecimentos e as ferramentas necessários para concretizar os seus sonhos de se tornarem artistas de calibre internacional. Para tal, Peeya Rai Choudhuri e Tino Sanchez criaram um programa de formação, que mistura a disciplina de trabalho artístico ocidental com a filosofia e a espiritualidade deste grande país, Dança Clássica indiana, Yoga, Meditação, etc.
Atualmente, de certa forma, tornamos-nos uma comunidade coletiva, onde todos contribuem através do seu trabalho para a companhia e, em última análise, para a sua própria formação. Os membros da companhia já atingiram um nível profissional, embora continuem a sua formação e melhorem dia após dia, partilhando com outros jovens os valores que aprenderam.
Estes cinco anos foram duros, mas extremamente enriquecedores. Conseguimos formar artistas de diferentes regiões da Índia com uma dedicação, disciplina e vocação dignas dos palcos internacionais.

Tendo concluído os seus estudos em 1992 na The Urdang Academy of Ballet and Performing Arts, Tino Sanchez continuou a consolidar a sua carreira através de uma variedade de experiências. Começando nos palcos de West End em Londres, atuou durante 10 anos em produções como Miss Saigon, West Side Story, Fame, Oh! What a night, ou Hey Mr. Producer, até à criação de uma companhia multidisciplinar de artes performativas, 15 anos mais tarde. Sempre à procura de situações repletas de originalidade e com potencial evolutivo. Independentemente de se tratar de pequenos ou grandes projetos, a sua mentalidade tem sido sempre a da procura da originalidade e satisfação com o produto.
Depois de ter passado muitos anos a viajar devido ao seu trabalho, decidiu estabelecer-se na Índia para criar a Omaggio Performing Company, uma companhia de dança contemporânea multidisciplinar. Omaggio tem sido a sua paixão durante os últimos 5 anos. Inicialmente dedicada à formação de um grupo de jovens empenhados e, atualmente, a dirigir e moldar estes artistas para alcançarem os seus sonhos de se tornarem bailarinos de gabarito mundial, intérpretes de trabalhos contemporâneos provocativos de Omaggio.


@foto Rita Mourão

O Homem Duplicado
Raquel Tavares |PT|

Choreography: Raquel Tavares
Performance: Francisco Ferreira and Raquel Tavares
Musical selection and editing: Raquel Tavares and Bruno Duarte

According to the philosopher Albert Camus, life is the sum of all our choices. Although we have control over various situations, it is the different experiences that allows us to grow as human beings. However, a paradox arises: although we are finite beings, we have immense possibilities before the infinity of the universe. That is, there are always plenty of hypotheses for each situation, which we can never fully experience throughout life. It is up to the human being to choose which paths to take, even if they don’t know exactly where they’ll end up. Now, this is what causes chaos within each of us.
According to José Saramago, in the Livro dos Contrários The Book of Contraries, ” Chaos is merely order waiting to be deciphered.” It is necessary to understand that existential uncertainties and insecurities bring out the beautiful and more human traits in us. It is through change.

In a society where the intention is to instil in all individuals an orchestrated rationality within their emotional “I,” it becomes even more difficult to feel the decipherable order sang by the chaos in our ears accustomed to silence, or to see the places that they point to before our eyes that are always paralyzed by fear. It is therefore necessary, that we are willing to change, to make new choices, try new paths since our definitive is transitory.

Thus, the piece “O Homem Duplicado” is inspired in the work with the same title of José Saramago and the analysis of the phrase “Chaos is merely order waiting to be deciphered.”

Raquel Tavares, born in Lisbon, has a degree in dance from Escola Superior de Dança. From 2013 to 2015 trained with Olga Roriz Dança/Teatro, at the same time attending Projeto Quorum. In 2015/2016 she worked with Benvindo Fonseca and interned at the Companhia Olga Roriz. Later, she participated in the 24ª Quinzena de Almada – in the International Platform for Choreographers with the solo piece, ‘Campo Estreito. Minado de Sombras’. She danced the piece ‘Contraste’ by Benvindo Fonseca and Gonçalo Lobato in the scope of Companhia Poveira Nós da Dança. On the 21st October 2017, she premiered another solo work, ‘Corpo sem Órgãos’ at the International Platform for Choreographers during the 25ª Quinzena de Dança de Almada. Subsequently, she presented it again at the Festival Entrelaçados at Centro Cultural de Lagos, (2017).
She is currently an intern dancer at Companhia de Dança de Almada and a dance teacher.


Coreografia: Raquel Tavares
Interpretação: Francisco Ferreira e Raquel Tavares
Seleção e edição musical: Raquel Tavares e Bruno Duarte

De acordo com o filósofo Albert Camus, a vida é a soma de todas as nossas escolhas. Apesar de possuirmos controle em várias situações, é nas diferentes experiências que nos construímos enquanto ser humano. Porém, surge um paradoxo: apesar de sermos seres finitos, temos imensas possibilidades perante a infinitude do universo. Ou seja, existem sempre imensas hipóteses para cada situação, as quais nunca poderemos vivenciar na totalidade ao longo da vida. Cabe ao ser humano escolher por que caminhos enveredar, ainda que não saiba exatamente o destino que o espera. Ora, isto faz com que possa surgir um caos dentro de cada um de nós.

De acordo com José Saramago, no Livro dos Contrários, “O Caos é uma ordem por decifrar”. É preciso compreender que é devido às incertezas e inseguranças existenciais que o que há de belo e mais humano no nosso ser, passa a existir. É através da mudança.

Numa sociedade em que se pretende instituir em todos os indivíduos uma racionalidade orquestrada dentro do seu “eu” emocional, torna-se ainda mais difícil sentir a ordem decifrável que o caos que somos canta em nossos ouvidos acostumados ao silêncio, ou a enxergar os lugares para os quais aponta ante os nossos olhos sempre paralisados pelo medo. É, portanto, necessário, que estejamos dispostos a mudar, a fazer novas escolhas, percorrer novos caminhos dado que o nosso definitivo é transitório.

Assim, a peça “O Homem Duplicado” surge através da obra com o mesmo título de José Saramago e da análise da frase “O Caos é uma ordem por decifrar”.

Raquel Tavares, natural de Lisboa, é licenciada em dança pela Escola Superior de Dança. De 2013 a 2015 realizou a Formação Olga Roriz Dança/ Teatro. Em simultâneo frequentou o Projeto Quorum. Em 2015/2016 trabalhou com Benvindo Fonseca, e estagiou na Companhia Olga Roriz. Posteriormente, participou na 24ª Quinzena de Almada – na Plataforma Internacional de Coreógrafos com o solo ‘Campo Estreito. Minado de Sombras’. Dançou a peça ‘Contraste’ de Benvindo Fonseca e Gonçalo Lobato no âmbito da Companhia Poveira Nós da Dança. A 21 de Outubro de 2017 estreou mais uma criação a solo ‘Corpo Sem Órgãos’ na Plataforma Internacional para Coreógrafos no âmbito da 25ª Quinzena de Dança de Almada. Posteriormente, voltou a apresentá-la no Festival Entrelaçados no Centro Cultural de Lagos (7 de Novembro de 2017).
Atualmente, é bailarina estagiária na Companhia de Dança de Almada e professora de dança.


@foto Nico Daniel

Aina Lanas |ES|

Choreography and performance: Aina Lanas
Music: Mans_O, Leonard Cohen (cover by Izah and Claudio Marrero)
Light Design: Sergio Roca

“Aye-Nah” is a dance piece based on a personal story. It is the confession of a woman, her inner voices.
The feeling of near-depression opens up in her life a vast world of fears and doubts. Her dynamics and patterns put her in front of the mirror, where she sees her reflection as a puppet without arms or legs, naked. Fighting against a saturated mind, she feels a deep need to break free and connect with a more peaceful rhythm, like Jazz.

Aina Lanas, a Spanish dancer and choreographer, began her career at the age of 11 with classical and contemporary dance, being on stage very early with the company Jove Ballet de Catalunya. Later she experimented with Urban Dance and studied waackin, vogueing, new style, house … among other styles. For 4/5 years she worked between France and Spain.
She has been part of dance companies like Kulbik, D’Block or Cirque du Soleil and currently works and creates as a freelancer. Throughout her career she was invited to dance at festivals such as Deltebre Dansa, (Spain), SchaubudenSommer, (Germany), Spoffin, (Holland), LaMachine, (Costa Rica), Nomad, (El Salvador), Dansa Almada, (Portugal), Sismógraf, (Spain), among others.
Currently, she continues to train in and explore African dances.


Coreografia e interpretação: Aina Lanas
Música: Mans_O, Leonard Cohen (cover de Izah e Claudio Marrero)
Desenho de luz: Sergio Roca

“Aye-Nah” é uma peça de dança baseada numa história pessoal. É a confissão de uma mulher, a sua voz interior. A sensação de quase depressão abriu na sua vida um vasto mundo de medos e dúvidas. As suas dinâmicas e padrões colocam-na frente ao espelho, onde vê a sua imagem como um manequim sem braços nem pernas, nua. Lutando contra uma mente saturada, sente uma profunda necessidade de se libertar e ligar com um ritmo mais pacífico, como o Jazz.

Aina Lanas, bailarina e coreógrafa espanhola, começou a sua carreira aos 11 anos com dança clássica e contemporânea, pisando os palcos muito cedo com a companhia Jove Ballet de Catalunya. Mais tarde experimentou Danças Urbanas e formou-se em waackin, vogueing, new style, house… entre outros estilos. Durante 4/5 anos trabalhou entre França e Espanha.
Integrou companhias como Kulbik, D’Block ou Cirque du Soleil e atualmente trabalha e cria como freelance. Ao longo do seu percurso foi convidada a dançar em festivais como Deltebre Dansa (Espanha), SchaubudenSommer (Alemanha), Spoffin (Holanda), LaMachine (Costa Rica), Nómada (El Salvador), Dansa Almada (Portugal), Sismógraf (Espanha), entre outros.
Atualmente, prossegue a sua formação e exploração em danças africanas.




@foto Dafne del Bosque

Cuando Las Aves Oyen Mi Paso
Ricardo Flores |PT/MX|

Choreography: Ricardo Flores
Performance: Diana Pinto and Ricardo Flores
Music: Craig Armstrong, The Tiger Lillies

Desire to let go of everything is a part of life, to dump everything that is carried, everything that’s heavy…. At the end it all goes back to the beginning. In its most basic form, black and white, everything is simple, the reality is raw, naive …. as seen through the eyes of a child.

Ricardo Flores (1978), is a Mexican dancer and choreographer, trained in theatre and dance, who began his career in Mexico. He has worked with several national and international companies, the highlights being the Mexican National Ballet, 360 Dance Company (N.Y.) and Aletheia Corpo Escenico in Mexico. In 2015 he moved to Portugal, working as a teacher, dancer and choreographer at the Conservatório Internacional de Ballet and Dança Annarella Sanchez, where he continues to this day. In parallel, he develops theatrical scenic projects.


Coreografia: Ricardo Flores
Interpretação: Diana Pinto e Ricardo Flores
Música: Craig Armstrong, The Tiger Lillies

Desejo de se desapegar de tudo o que faz parte da vida, despejar tudo o que se carrega, tudo o que pesa…. No fim volta tudo ao ínicio. De forma básica, branco e preto, tudo é simples, a realidade é crua, ingénua…. como vista pelos olhos de uma criança.

Ricardo Flores (1978), bailarino e coreógrafo mexicano, com formação em teatro e dança, que inicia a sua carreira no México. Trabalhou com várias companhias nacionais e internacionais, das quais destaca o Ballet Nacional do México, 360 Dance Company (N.Y.) e Aletheia Corpo Escenico do México. Em 2015 muda-se para Portugal, trabalhando como professor, bailarino e coreógrafo no Conservatório Internacional de Ballet e Dança Annarella Sanchez, onde continua até ao momento. Em paralelo, desenvolve projectos cenico-teatrais.


@foto Marco Santos

Carolina Cantinho |PT|

Artistic director and choreography: Carolina Cantinho
Performance: Beatriz Gonçalves, Letícia Conduto, Margarida Cantinho, Margarida Girão and Maria Dias
Lighting design: Jorge Pereira
Musical selection: Carolina Cantinho
Artistic adviser: Gil Silva
Wardrobe: Carolina Cantinho
Executive production: Carolina Cantinho

Coproduction: TMF, SM and BCC – Beliaev Centro Cultural
Supports: Direção Regional de Cultura do Algarve, Câmara Municipal de Faro and Companhia de Dança do Algarve
Acknowledgments: Ana Sousa, António Guerreiro, Cláudio Felisberto, Filipa Frederico and Laura Andrade

In a reality where everything seems to change, life presents itself unstable and unpredictable.
How do we act in the face of the unexpected?
How do we integrate the uncertain?
Adversity proves to be the ideal opportunity for self-improvement, and internal growth, in the face of risky situations, making us “Anti-Fragile.”

Following her degree in Communication Design, (UALG 2009), in 2012 Carolina Cantinho finished her masters in Contemporary Choreographic Creation (ESD, Lisbon). She has been developing her work as an independent choreographer since 2012 and works as a teacher and choreographer invited to various dance schools in the country. She has been a dancer, teacher and choreographer in Companhia de Dança do Algarve since its foundation, receiving awards for performance and choreography in international competitions, including the “Most Innovative Choreography” award in Bucharest, Romania, (2015) and the 1st place in the Netherlands Choreography Competition, (2017).


Direção Artística e Coreografia: Carolina Cantinho
Interpretação: Beatriz Gonçalves, Letícia Conduto, Margarida Cantinho, Margarida Girão e Maria Dias
Desenho de Luz: Jorge Pereira
Selecção musical: Carolina Cantinho
Consultoria Artística: Gil Silva
Figurinos: Carolina Cantinho
Produção Executiva: Carolina Cantinho

Coprodução: TMF, SM e BCC – Beliaev Centro Cultural
Apoios: Direção Regional de Cultura do Algarve, Câmara Municipal de Faro e Companhia de Dança do Algarve
Agradecimentos: Ana Sousa, António Guerreiro, Cláudio Felisberto, Filipa Frederico e Laura Andrade

Numa atualidade onde tudo parece mudar, a vida apresenta-se-nos instável e imprevisível.
Como atuamos perante o inesperado?
Como integramos o incerto?
A adversidade revela-se a oportunidade ideal para a autossuperação, e o crescimento interno, face a situações de risco, torna-nos “Antifrágil”.

Licenciada em Design de Comunicação (UALG 2009), Carolina Cantinho concluiu, em 2012, o Mestrado de Criação Coreográfica Contemporânea (ESD, Lisboa). Desenvolve o seu trabalho como coreógrafa independente, desde 2012 e trabalha como professora e coreógrafa convidada em várias escolas de dança do país. É bailarina, professora e coreógrafa na Companhia de Dança do Algarve, desde a sua fundação, tendo recebido prémios de interpretação e coreografia em concursos internacionais, destacando-se o prémio Most Innovative Choreography, em Bucareste, Roménia (2015) e o 1º lugar na Netherlands Choreography Competition (2017).

Duration: 102 mins
For ages 12 years and above
6€, 4,2€ for youth and senior citizens
6€, 4,2€ para jovens e séniores
Duração: 102’
Maiores de 12 anos