INTERNATIONAL PLATFORM FOR CHOREOGRAPHERS |
PLATAFORMA COREOGRÁFICA INTERNACIONAL

PLATAFORMA COREOGRÁFICA INTERNACIONAL – PROGRAMME 5

The International Platform for Choreographers represents a showcase of contemporary dance, where different approaches and trends intersect, allowing not only exposure to the public and international programmers, but also the exchange between more than eighty professionals from various countries, between creators, dancers, technicians and programmers who gather here.

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PLATAFORMA COREOGRÁFICA INTERNACIONAL – PROGRAMA 5

A Plataforma Coreográfica Internacional representa uma montra da dança contemporânea, onde se cruzam diferentes abordagens e tendências, permitindo não apenas a exposição ao público e programadores internacionais, como o intercâmbio entre mais de oitenta profissionais de vários países, entre criadores, bailarinos, técnicos e programadores que aqui se reúnem.

3 Oct./ out. | Sunday/ domingo | 4PM/ 16:00

Venue/Local: Casa da Cerca – Centro de Arte Contemporânea

SERVIÇO FORA-DE-SERVIÇO, Margarida Paiva |PT|

photo/foto: Joana Casado

Choreography and Performance: Margarida Paiva

Reveal the ambiguous dimension where those who serve are free and where those served are dependent. At what point in our life, and why, do we decide to be dependent? What if we want to be served even at the cost of our dignity? Empty intentions for what the other wants, but huge in our universe. An imposing, seductive, pleading, irritated, careful, fleeing or attracting body, which speaks without sound, which serves, is served, is dependent, is free. Whoever serves, wins.
Is this addiction ingrained or did we simply let it in through the window and now we can’t see the room? Dependence that imposes itself or that is imposed?
Regain your composure and get back to serving.

Margarida Paiva (1998) began her training in dance at Escola Superior de Dança, Lisbon, in 2016. During her time at ESD, highlights included her participation as a performer in Rafael Alvarez’s play “No silêncio da primeira onda”, which premiered at S. Luiz Theatre (a partnership between ESD and LIGA); the presentation of her project in development “Cloud, the bussy hit”, at CCB’s BlackBox; participation as performer in the play “Parabolas para que?”, by Catarina Câmara (a piece aimed towards children and younger audiences). After finishing her degree, she joined the modular course at FOR Dance Theatre during 2019/2020, the highlight being the final project, guided by Cláudia Dias, “Ocasiões de um esqueleto”.

Duration: 10’

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Coreografia e Interpretação: Margarida Paiva

Revelar a dimensão ambígua onde quem serve é livre e onde quem é servido é dependente. Em que altura da nossa vida, e porquê, decidimos ser dependentes? E se quisermos ser servidos mesmo que custe a nossa dignidade? Impomos que nos imponham afeto, a troco de afeto volátil. 
Intenções vazias para o que o outro quer, mas maciças no nosso universo. Um corpo impositivo, sedutor, suplicante, irritado, cuidadoso, que foge ou atrai, que fala sem som, que serve, é servido, é dependente, é livre. Quem serve ganha. 
Estará a dependência enraizada ou simplesmente a deixamos entrar pela janela e agora não conseguimos ver o quarto? A dependência que se impõe ou que é imposta? 
Reconquistar a compostura, e voltar a servir. 

Margarida Paiva (1998) iniciou a sua formação em dança na Escola Superior de Dança em 2016. Na sua passagem na ESD tem a destacar: a participação como intérprete/bailarina na peça de Rafael Alvarez “No silêncio da primeira onda”, estreada no S. Luiz Teatro Municipal (parceria da ESD com a LIGA); a apresentação de um projeto em desenvolvimento “Cloud, the bussy hit”, da sua autoria, na BlackBox do CCB – inserido na cadeira de Projeto III; a participação como intérprete na peça “Parábolas para quê?”, de Catarina Câmara (peça direcionada para público infanto-juvenil). Após terminar a Licenciatura, ingressou no curso modular da FOR Dance Theatre no ano letivo de 2019/2020. Nesta formação destaca o projeto final, guiado por Cláudia Dias, “Ocasiões de um esqueleto”.

Duração: 10’

THE SUIT, Ori Lenkinski |IL/CA|

Choreography and Performance: Ori Lenkinski
Music: Chubby Checker and Pablo Casals

We acknowledge the support of the Canada Council for the Arts. This engagement was supported by the Israel Embassy in Portugal.

On Valentine’s Day, 1962, Jackie Kennedy invited television cameras into the White House for what would become an iconic tour of the extensive renovation she championed. In doing so, she reshaped the world’s image of the First Lady and of ladies altogether. 
In 2021, armed with a pink suit (not a Chanel), Ori Lenkinski summons Kennedy’s energy to take the audience on a tour of the here and now.

Ori Lenkinski is a Tel Aviv-based dancer, choreographer and journalist. Her work, be it on stage, the Internet or on paper, is devoted to exploring the connection between words and movement. 

She was born in Canada and raised in the United States. From 2002 through 2011, Ori lived in New York City where she worked closely with site specific choreographer Noemie Lafrance. In 2007, Ori relocated to Tel Aviv. In Israel, she has collaborated with a long list of independent choreographers mainly British choreographer Rachel Erdos and the theater duo Anat Katz and Erez Maayan. In 2015, Ori created the duet The Painting with Michal Hersonski, a site-specific work including a large table, which has been performed throughout Israel. In 2017, Ori created Portrait #2, a duet with Ruth Eshel inspired by Rachel Kafri’s 1977 creation Portrait of a Demagog. In June 2019, Ori premiered “The Suit” as part of Tmuna Theater’s Intimadance Festival. In 2021, she will premiere a new solo entitled “Birth Preparation Course” at the Acco Fringe Theater Festival. She is mildly allergic to pineapples.

Duration: 20’

Website: http://creativewriting.me/oris-work/

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Coreografia e Interpretação: Ori Lenkinski
Música: Chubby Checker e Pablo Casals

Agradecemos o apoio do Canada Council for the Arts. Esta apresentação foi apoiada pela Embaixada de Israel em Portugal.

No Dia dos Namorados de 1962, Jackie Kennedy convidou as câmaras de televisão para a Casa Branca para o que se tornaria uma visita icónica à ampla renovação que tinha promovido. Ao fazer isto, ela reformulou a imagem mundial da primeira-dama e das mulheres em geral.

Em 2021, armada de fato cor-de-rosa (não da marca Chanel), Ori Lenkinski invoca a energia de Jackie Kennedy para levar o público a uma visita pelo aqui e agora.

Ori Lenkinski é bailarina, coreógrafa e jornalista em Tel Aviv. O seu trabalho, seja no palco, na Internet ou no papel, dedica-se a explorar a ligação entre palavras e movimento.

Nasceu no Canadá e foi criada nos Estados Unidos. De 2002 a 2011, Ori morou na cidade de Nova York, onde trabalhou em estreita colaboração com a coreógrafa Noemie Lafrance. Em 2007, mudou-se para Tel Aviv. Em Israel, colaborou com uma longa lista de coreógrafos independentes, principalmente a coreógrafa britânica Rachel Erdos e a dupla de teatro Anat Katz e Erez Maayan. Em 2015, Ori criou o dueto “The Painting”, com Michal Hersonski, uma obra site-specific. Em 2017, Ori criou “Retrato # 2”, um dueto com Ruth Eshel inspirado na criação de Rachel Kafri, Retrato de um Demagogo, em 1977. Em junho de 2019, estreou “The Suit” como parte do Festival Intimadance do Tmuna Theatre. Em 2021, ela estreará um novo solo intitulado “Birth Preparation Course” no Acco Fringe Theatre Festival. É levemente alérgica a abacaxis.

Duração: 20’

Website: http://creativewriting.me/oris-work/

ADONDE, Irène Kalbusch |BE|

photo/foto: Carole Cuelenaere

Artistic Direction and Choreography: Irène Kalbusch
Performance: Nona Munnix, Gold Mayanga, Jessica Van Cauteren, Anaïs Van Eycken

This piece explores the movement of the bodies, exhausted and vibrating, lured in from afar, yet clinging on to the past. These bodies, torn between the familiar and the unknown, somewhere in between too much and not enough, between hope and the fear of being deluded, deluding others.
Leaving! Finally daring, breaking the cycle of thoughts.

Compagnie Irene K. is a contemporary dance company founded in 1978 in Eupen (Belgium) by its art director Irène Borguet-Kalbusch. Choreographies don’t want to be narrative. The spaces open in all directions, always creating new constellations. The human being – his desires, his fears, his visions – underlies this work. From the very beginning, Irène Kalbusch has been working with professional dancers of many different nationalities. The Company has adopted an own style that can be attributed to contemporary dance theatre close to the “Tanztheater”.

Duration: 20’

Website: www.irene-k.be

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Direção Artística e Coreografia: Irène Kalbusch
Interpretação: Nona Munnix, Gold Mayanga, Jessica Van Cauteren, Anaïs Van Eycken

Esta peça explora o movimento dos corpos, exaustos e vibrantes, atraídos de longe, e apegados ao passado. Esses corpos, divididos entre o familiar e o desconhecido, algures entre o demasiado e o insuficiente, entre a esperança e o medo de se iludir, de iludir os outros.
Saindo! Enfim ousando, quebrando o ciclo dos pensamentos. 

Compagnie Irene K. é uma companhia de dança contemporânea fundada em 1978 em Eupen (Bélgica) pela sua Diretora Artística Irène Borguet-Kalbusch. As coreografias não precisam de ser narrativas. Os espaços abrem-se em todas as direções, criando sempre novas constelações. O ser humano – os seus desejos, os seus medos, as suas visões – é a base desta obra. Desde o início, Irène Kalbusch tem trabalhado com bailarinos profissionais de várias nacionalidades. A Companhia adotou um estilo próprio que pode ser atribuído ao teatro de dança contemporânea junto ao “Tanztheater”.

Duração: 20’

Website: www.irene-k.be

Total duration/Duração total: Aprox. 50’
Ages/Classificação etária: 6 and above/ Maiores de 6
Free entrance/Entrada gratuita (according to capacity/sujeita à lotação do espaço)


Information/Informações: 212 583 175 | quinzena@cdanca-almada.pt
Tickets and reservations/Reservas: 212 583 175 | reservas.cada@gmail.com